VET, como funciona a Resiliência dentro de nós?


A resiliência não é eticamente boa nem má. É meramente a habilidade e a capacidade de se manter firme em condições de enorme estresse e mudança.


Mais do que a educação, a experiência e a formação, o nível de resiliência determina quem terá sucesso e quem fracassará. Isso é verdade na ala dos pacientes com câncer, nos Jogos Olímpicos, e também na sala de reuniões.


Resiliência é uma capacidade que pode ser aprendida ao longo da vida.


Resiliência é algo que você só percebe que tem depois do acontecimento”


Pessoas resilientes possuem três características:

  • Possuem uma convicta aceitação da realidade (pessoas resilientes têm visões muito sóbrias e mantêm os pés no chão);

  • Possuem uma crença profunda, realçada por valores fortes, de que a vida tem um significado (Ter em mente um propósito maior, algo que vá além daquela situação que gera stress);

  • Possuem uma incrível capacidade de improvisar (Capacidade de Improvisação).

Veja o artigo na íntegra, logo abaixo


Resiliência: como funciona essa habilidade?

Harvard Business Review


Quando iniciei minha carreira no jornalismo – naquela época eu era repórter de uma revista nacional – havia um homem que chamarei de Claus Schmidt. Ele já tinha mais de cinquenta anos e, aos meus olhos sugestionáveis, era a definição de jornalista por excelência: às vezes cínico, mas incansavelmente curioso e cheio de vida. Sempre hilário, com seu humor áspero, produziu histórias de capa incisivas e reportagens com velocidade e elegância que eu só tinha na imaginação. Sempre fiquei pasma por ele nunca ter sido promovido a editor-chefe.

A percepção que você possui, sobre cada um dos colaboradores é exatamente a mesma que os seus Colaboradores possuem entre si? Você já pensou em aplicar uma avaliação onde "todos avaliam todos", sem saber que te avaliou? A avaliação 360º + Pesquisa de Clima Organizacional tem por finalidade apoiar na Gestão de Pessoas do seu Hospital Veterinário. Saiba mais clicando aqui.

Porém, as pessoas que o conheciam melhor do que eu, viam-no não apenas como um grande jornalista, mas também como um sobrevivente por excelência, alguém que suportou ficar em um ambiente que muitas vezes é hostil ao talento. Ele havia passado por pelo menos três grandes mudanças de chefia na revista, perdendo alguns de seus melhores amigos e colegas ao longo do tempo. Em casa, dois de seus filhos haviam falecido devido a doenças incuráveis, e outro morrido em um acidente de trânsito. Apesar de tudo isso – ou talvez por causa de tudo isso – trabalhava como uma máquina dia após dia na redação, sendo mentor de estagiários, falando sobre os romances que escrevia – sempre na expectativa do que o futuro lhe reservava.


Por que algumas pessoas passam por grandes sofrimentos sem fraquejar? Claus Schmidt poderia ter reagido de forma muito diferente. Todos já vimos isso acontecer: aquele que não consegue recobrar a confiança depois de uma demissão; outro, constantemente deprimido, perde a vontade de viver por alguns anos após o divórcio. Todos gostaríamos de saber a reposta para esta pergunta: por quê? O que exatamente é essa qualidade de resiliência que faz as pessoas levarem a vida adiante?