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Formação do Sucessor

FORMAÇÃO DO SUCESSOR NA EMPRESA FAMILIAR.

O maior desafio de formar um Sucessor é o Futuro Sucedido deixar que ele seja formado.

 

O grande paradoxo do Futuro Sucedido, geralmente o Fundador, é acreditar que o Sucessor deva se tornar parecido ou exatamente igual a ele. É acreditar que o Sucessor precisa saber tomar decisões, agir e gerir o negócio examente, como ele geralmente o faz. Talvez esse não seja o melhor caminho para se pensar nesse assunto.

 

 

INTRODUÇÃO

Nossa experiência nessa questão demonstra que o caminho do Sucessor deve ser diferente do caminho perseguido pelo Sucedido. Mas ambos precisam encontrar alguns pontos-chave em comum e trabalhar juntos durante algum período. Precisam adotar parte do caminho de maneira similar e parte do caminho de maneira diferente.

 

É fato consumado que empresas familiares, muitas vezes, vivem períodos muito curtos após deixarem de serem dirigidas por seus Fundadores e que a maioria delas não sobrevive à segunda ou terceira geração de herdeiros.

 

 

PRIMEIRA CONSIDERAÇÃO IMPORTANTE:

 

Utilizando-se da mesma lógica, apresentada pelo Professor Davis, quando o Fundador decide passar o bastão para seu Filho o primeiro passo é separar os assuntos. Filho em casa. Sucessor na Empresa. São situações que devem ser entendidas de formas diferentes.

 

Ainda dentro dessa mesma lógica é importante considerar que existem paradigmas que se confundem em um processo de Sucessão.

 

Geralmente o Fundador (Empreendedor, Gestor e Proprietário/Sócio) almeja delegar suas funções (o futuro da empresa) para o Sucessor (Proprietário/Sócio).

 

Perceba, que delegar suas Funções de Empreendedor, Gestor para um(a) individuo que é somente Proprietário/Sócio (nasceu assim e não é o Empreendedor) é uma tarefa complexa.

 

Primeiramente porque Gestor é diferente de Empreendedor. E também, ambos, são diferentes de Proprietário / Sócio.

 

São 3 figuras diferentes em uma mesma pessoa, quando nos referimos ao Fundador. O Sucessor (Herdeiro) não é Empreendedor e talvez nunca terá o perfil para ser.

 

Mas, em algum momento ele vai receber a empresa (a Propriedade), com uma atividade-fim (um negócio, p.ex, um Hospital Veterinário) e com pessoas alí envolvidas (que precisam ser Geridas). Talvez essa empresa esteja estabilizada nas mãos do Fundador. Os desafios de Empreender nunca serão os mesmos. E talvez, as idéias do Sucessor sejam completamente diferentes do Futuro Sucedido. É importante encontrar um caminho para alinhar, ou mesmo, para profissionalizar a empresa e dentro desse Contexto de Sucessão.

 

 

NOSSA ABORDAGEM

Nosso trabalho consiste em preparar o alinhamento do Sucessor adequadamente com os desafios do negócio.

 

Uma etapa importante desse processo consiste em fazê-lo entender, primeiramente, o seu papel como Herdeiro (Futuro Proprietário / Sócio da Propriedade) e fazê-lo compreender que ainda não é Gestor e talvez para se tornar um deve considerar um mapa de percurso. Talvez tenha pessoas muito mais qualificadas do que ele dentro da empresa.

 

Um outro passo importante é compreender que "tomar decisões" sobre o negócio leva-se em conta um profundo conhecimento "do" negócio. Mas principamente "de" negócios. São 2 aspectos diferentes.

 

Preparamos o Sucessor para desafios ainda maiores daqueles vividos pelo Sucedido. Criar um laço de confiança e credibilidade entre as partes e um grau de maturidade executiva do Sucessor trazem resultados que sustentarão a perenidade, perpetuidade e prosperidade duradoura.

 

 

FERRAMENTAS CONSULTIVAS QUE UTILIZAMOS:

  • Planejamento Estratégico do Negócio e entendimento dos Clientes e da Concorrência, em conjunto com as partes envolvidas (o objetivo é compreender o futuro através de cenários e demonstrar a complexidade);

 

  • Capacitação do Sucessor para entender "De Negócios", através de Estudos de Caso, inclusive com a avaliação prática dos negócios da empresa;

 

  • Abordagem de Coaching Executivo para prepação do Sucessor/Herdeiro (para se tornar um bom Proprietário), capaz de Controlar o Negócio mesmo que não seja o Gestor;

 

  • Planejamento de Carreira do Sucessor e a avaliação da compatibilidade com a Empresa;

 

  • Definição ainda mais clara das Funções, Papéis e Responsabilidades dos colaboradores da Empresa, afim de ela se torne mais estruturada e clara;

 

  • Preparação do Sucessor para avaliar os colaboradores, esteja ele em um Papel de Herdeiro-Conselheiro ou Herdeiro-Gestor;

 

  • entre outros aspectos.

 

 

CICLO DE TRANSFORMAÇÃO DA EMPRESA FAMILIAR

 

 

 

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